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sexta-feira, abril 19, 2013

Jamal entrevista - Manoela Jácome


Entrevista com Manoela Jácome, Bailarina, Professora  de Dança do Ventre e Coreografa DRT-ES/1316. Jamal Marzuq.

segunda-feira, junho 25, 2012

Entrevista para Central da Dança do Ventre



manoela jacomeConfira entrevista com esta bailarina e professora de Dança do Ventre que enriquece a dança no estado do Espírito Santo! 



1. Você chegou a ter outra profissão ou a Dança do Ventre já foi a primeira delas? Conte-nos um pouco sobre o início de sua trajetória.
Primeiramente agradeço a oportunidade de estar falando um pouco sobre meu trabalho.
Já tive outras profissões, trabalhei com comércio, fui artesã, tentei outras áreas até nos estudos, mas tudo me direcionava para dança. Desde criança já era apaixonada por dança, entrei no ballet clássico aos cinco anos de idade, fazia apresentações no colégio, isso tudo por vontade própria , minha mãe sempre me ajudou, depois de um tempo pedi para fazer Jazz, fui me descobrindo como bailarina cada vez mais. A Dança do Ventre veio bem depois, o sangue árabe falou mais alto (tenho descendência libanesa), me encantava com filmes e contos me imaginava ali fazendo parte daquele mundo maravilhoso. Uma vez fui convidada para fazer uma aula, vi que era o que queria pra mim e tive cada vez mais necessidade de estudos, não parei mais.



2. O que mais te fascina na Dança do Ventre?
A fascinação vem de muitos detalhes, os benefícios no interior de cada mulher que pratica Dança do Ventre, cada uma se descobrindo mais feminina, mais segura de si, se dando mais valor, o contato com uma outra cultura riquíssima, o conhecimento de rítmos novos, a satisfação no olhar de cada aluna quando consegue aprender a dançar, o glamour dos espetáculos... Enfim, como disse no início, são muitos detalhes.



3. Quais suas músicas preferidas para dançar?
Difícil falar todas as músicas, mas as que prefiro são as que tocam no fundo da alma, aquelas que arrepiam, que transmitem sentimento, todos os estilos são maravilhosos, o que importa é ouvir, sentir e se entregar.



4. Em algum momento da sua vida você pensou em desistir? O que te fez dá a volta por cima?
Já pensei em desistir sim, foi uma fraqueza de muito grande de minha parte, mas o que me levantou primeiramente foi Deus e depois o amor que tenho por essa arte maravilhosa, pessoas e situações desagradáveis sempre existirão, mas aprendi que cada desafio complicado serve de aprendizado para crescimento, a fé, a boa vontade , os amigos verdadeiros, o respeito pela arte e o amor tem de prevalecer.


5. Quais são suas maiores inspirações?
As inspirações são muitas, as eternas estrelas como Dina, Fifi Abdo, Mona Said, Souhair Zaki... As atuais estrelas Randa Kamel, Daryia Mitskevitch, Lulu Sabongi, Soraia Zaied, dentre outras...



6. Que benefícios a dança lhe trouxe?
A dança me beneficiou em vários aspectos, tanto na minha vida íntima quanto na profissional, tive benefícios em meu corpo, conquistei amizades maravilhosas, me tornei uma pessoa mais segura, e como profissional estou me realizando, iniciando coisas novas , projetos novos, não tem coisa melhor doque trabalhar com que se ama.



7. Como foi pra você fazer seu primeiro evento?
Foi uma das maiores experiências de minha vida, cresci muito com isso, aquela correria toda, muita responsabilidade, conhecer bailarinos de fora, ver meu trabalho sendo reconhecido , ver minhas alunas se apresentando, foi maravilhoso, mesmo com muitas dificuldades, mas a emoção foi muito maior, um grande sonho começando a se realizar.



8. O que você sentiu ao trazer os grandes nomes da dança masculina em seu evento de 2011, Ali Khalih, Anthar Lacerda, Tarik e Téo Versiani? Qual a emoção em dividir o palco com pessoas que você admira tanto?
NOSSSSSAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!Primeiro fiz os contatos normalmente, depois que elas chegaram para o espetáculo, minha "ficha"caiu (kkkkkkkkkk). Gente, eles estavam ali comigo! amo todos, amo o trabalho deles, são profissionais impecáveis, parecia um sonho e dividir o palco me senti plena, foi uma experiência incrível, uma mistura de emoções, satisfação, me senti segura, eles transmitem segurança, parecia estar num contos de fadas realmente, foi MARAVILHOSO!



9.Que dicas você daria pra quem quer se tornar profissional na Dança do Ventre?
Estude, estude e estude, dê tempo ao tempo, não queira adiantar certas coisas, tudo tem sua hora de acontecer, procure profissionais qualificados, respeito a arte, respeito ao grupo com que estuda é primordial, tente deixar todos os problemas cotidianos fora de sala de aula, isso ajudará a dança chegar até você.
Beijos a todos, muita Dança!!! E fiquem com Deus!



Manoela Jácome
Bailarina, Professora e Coreografa
Twitter: @manoelajacome
Facebook: www.facebook.com/manoela.jacome
Blog: manoelajacome.blogspot.com.br



segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Reportagem para o jornal AGAZETA: Os filmes que podem mudar a sua carreira

É uma forma divertida e barata de aprimorar seu trabalho

04/02/2012 - 16h28 - Atualizado em 04/02/2012 - 16h28
A Gazeta
 Manoela Jácomo, empresária, se inspirou em filmes para montar seu negócio - Editoria: Economia - Foto: Bernardo Coutinho
A empresária e bailarina Manoela Jácome vê nos filmes a chance de montar seus novos espetáculos.

A empresária e bailarina Manoela Jácome gosta de assistir a filmes antigos que, segundo ela, ajudam a dar inspiração na hora de montar um espetáculo. E observa tudo: maquiagem, figurino, presença de palco, entre outras coisas. Mas não é apenas a profissional da dança que pode tirar proveito da sétima arte. É grande o catálogo de obras que retratam o cotidiano profissional. Acredite, elas podem ajudar a alavancar a sua carreira.

"Eu me inspirei muito com ‘Cleópatra’, ‘Sansão e Dalila’, ‘Ali Babá e os 40 Ladrões’. Todos esses títulos são antigos e originais. Como pretendo montar um outro espetáculo este ano, vou recorrer a esses títulos para ter inspiração". 

DICA DO JORNAL AGAZETA: Veja e aprenda com eles

O Diabo Veste Prada

Mesmo trabalhando com uma chefe superexigente, a protagonista aprendeu muito e não pediu esforços para isso, até mesmo extrapolando o limite profissional.

Showtime

Um ator fracassado e um policial linha-dura participam de um reality show, demonstrando que o tipo de tarefa recebida nem sempre é a que mais agrada.

Dia de Treinamento

Um jovem policial abre mão de alguns valores em troca de aprendizado. O filme simula qual seria a situação ética de um profissional e a realidade da atividade.

Fuga das Galinhas
Fala da capacidade de criar um plano de ação com objetivos claros e estratégias para alcançá-los.

Náufrago

O profissional deve desenvolver sua capacidade de resolver problemas de forma inovadora. É preciso criar caminhos para os desafios do dia a dia das empresas.

O Sorriso de Monalisa

Uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio. Incomodada com o conservadorismo, decide lutar contra essas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

O Resgate do Soldado Ryan

O capitão Jonh Miller precisa encontrar o soldado Ryan, que já teve outros membros da família mortos em combate. O filme chama atenção pelo trabalho em equipe.

Ao Mestre Com Carinho

Um jovem professor enfrenta alunos indisciplinados. Um grande exemplo de liderança, perseverança e coragem.

A Gazeta


terça-feira, dezembro 27, 2011

Entrevista para o Blog MAFIA DA DANÇA DO VENTRE

Hoje iremos conhecer um pouco mais da Bailarina Manoela Jácome
1. À quanto tempo você dança?
Comecei a me envolver com dança com cinco anos de idade, eu entrei no colégio e já quiz fazer partedo grupinho de dança e teatro, gostei tanto que minha mãe me colocou no jazz e também fiz um tempo de ballet clássico, comecei a estudar dança do ventre e cigana em 2003, desde então não parei mais e sempre com intuito de ser profissional.


2. O que te motivou a começar a praticar a Dança do Ventre?

Ficava encantada quando via um filme ou lia histórias que mostravam a cultura e a dança árabe me imagina dançando (rsrsrs!), a descendência árabe também falou alto nessa hora, foi um pouquinho de cada coisa, depois que fiz a primeira aula, me apaixonei!


3. Quem foi/foram suas professoras?
Iniciei meus estudos com N. P. aqui no estado, mas também passei por cursos com Carlla Sillveira, Kahina, Nanda Najla, Ansuya Rathor (EUA), Anthar Lacerda, entre outros...

4. Você já sofreu algum preconceito na dança e fora dela?

Já sofri sim, a maioria das pessoas não encaram a dança como profissão, até mesmo algumas pessoas do meio, sempre surge pergunta desse tipo: " No que você trabalha além de dançar?"

Mas o pior é quando as pessoas da área não encaram a dança como uma arte e sim como rivalidade, daí surgem vários problemas e com certeza já partem para o preconceito e discriminação.



5. Quais suas músicas e artistas favoritos dentro e fora do estilo árabe?
 Gosto de vários , vou citar alguns: Fares Karan, Ehab Tawfik, Mohamed Hamaki, Amir Diab, Nancy Ajram,Om Kholtoum... Nossa daqui a pouco não cabe na página kkkk!

Fora o estilo árabe, tem muitos também, gosto de alguns clássicos, pop, algumas românticas, gosto também de músicas espanholas...

6. Quais os principais benefícios que a dança te trouxe?
 A transformação de minha vida para melhor, muita responsabilidade,auto conhecimento,me realizo como pessoa e como profissional,auto estima,fiz amizades verdadeiras através da dança, isso é muito importante pra mim.


7. Em algum momento durante sua carreira você pensou em largar tudo?

Sim,  várias vezes.


8. Como você define seu estilo?
Gosto de dança com forte expressão, forte marcação de movimentos, braços alinhados e suaves, amo o estilo clássico e folclórico.

9. O que você acha que tem de melhor? Seu ponto forte!?
 Dedicação, consciência e respeito à Dança.

10. Nos conte um sonho de consumo,um sonho impossível, e um já relizado?

 Sonho de consumo: viajar muito e estudar muito, conhecer o Egito, Dubai, Marrocos e muitos outros lugares que fazem parte de meus sonhos.



 Sonho impossível: Acho que se as pessoas soubessem canalizar suas energias positivas para coisas boas, não existiria sonhos impossíveis.



 Sonho realizado: A partir do momento que tive a iniciativa e coragem de ter meu próprio espaço de dança, isso está se realizando aos poucos e caminhando com as bençãos de Deus. 


 11. Quais são seus projetos atuais e futuro?
 Tenho muitos projetos em mente e alguns já estão se realizando graças a Deus! Pretendo viajar mais para estudar, me aperfeiçoar sempre,ampliar meus conhecimentos como bailarina e professora, ampliar meu espaço de dança e dar ênfase cada vez mais ao meu evento de fim de ano. 
                                             
12. E pra fugir um pouco a regra nos fale de você Sua cor preferida,comida favorita,time de futebol,cantor preferido,um filme inesquecível,uma pessoa muito importante. 
Cor: Vermelho
Comida: Adoro comidinha caseira (da mamãe), comida árabe, doces (aff que pecado! rsrsrsr), mas também tem lugar especial para as frutas.
Sou flamenguista uhu! Tem muitos cantores que gosto, um deles é a banda The Cramberries, amo cinema difícil citar um filme e pessoas importantes em minha vida é a minha família e meus amigos.
13. O que você acha dos concursos, selos, padrões? Eles realmente influenciam em algo?
 Acho importante quando encarados com seriedade,é bom porque faz com que os bailarinos estudem mais, se especializem, isso tudo acaba ajudando no crescimento artístico.

14. O que você acha que deveria mudar em relação a dança no Brasil?O que funciona bem e o que esta errado?
Acho que não é só no Brasil, mas em todo lugar que existe dança, as pessoas estão deixando o ego e a falta de humildade subir à cabeça, isso acaba gerando "profissionais" sem qualidades e acabando com a verdadeira essência da dança que é a expressividade da alma."Dançar é para trazer felicidade e não rivalidade"


15. O que você acha que deveria mudar em relação a dança no
 Brasil? O que funciona bem e o que esta errado?
Procure um bom profissional, estude sempre, persista, não desista (terá muitos motivos para desistir), humildade no coração e respeito é fundamental.Seja feliz, dance muito!

Agradeço de todo coração à Nanda Salima e a sua equipe pela oportunidade de falar um pouco sobre mim, fiquei muito feliz e satisfeita!
Obrigada pelo carinho!
Beijos a todos, sucesso e fiquem com Deus


VÍDEOS

 ENTREVISTAS












segunda-feira, dezembro 26, 2011

2011... Emoções, EU VIVI - Entrevista para REVISTA AG


EXPERIMENTANDO NOVOS SABORES
Já que o papo é árabe, é por essas terras que buscamos outra dica para se descobrir em 2012.
Na culinária, ou, mais especificamente, nos doces. Tão famosos quanto exóticos, eles têm uma legião de fãs. A professora Manoela Jácome é uma delas. Em São Paulo fez questão de ir atrás do bafboussa (ou basboussa), um bolo com amêndoas que, ela garante, é uma delícia.

"FUI A MAIS DE UM LUGAR PARA ENCONTRAR, MAS VALEU A PENA!."

Felizmente, ele tem companhia mais acessível. Por aqui, é possóvel achar o sorvete de almíscar coberto de frutas secas de calda de rosas e flor de laranjeira no restaurante BARUK, na Mata da Praia.

"É SENSACIONAL. O SORVETE É ARTESANAL, FEITO NA HORA E SEM GORDURA HIDROGENADA, TEM UM GOSTO EXÓTICO E AFRODISÍACO. RECOMENDO AOS CASAIS."





quinta-feira, outubro 20, 2011

Entrevista para o site ABailarina.com




1-     Conte-nos como é trabalhar com dança no estado do Espirito Santo.

Primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade de estar participando dessa entrevista. Trabalhar com a dança Oriental no ES não é muito fácil, as oportunidades são difíceis, a minha permanência nessa caminhada é puramente por amor à dança e a cultura árabe que faz parte de mim também por descendência, são poucas as pessoas que encaram a dança como uma profissão, mas estou conseguindo iniciar um trabalho bem legal, com muita persistência, estudo, força de vontade e seguindo realmente no que acredito.


2-     Quase toda bailarina de dança oriental tem gato como animal de estimação. Você faz parte desse clube? Conte uma historia peculiar sobre isso.
Faço parte do clube sim, com muito orgulho! Amo os animais, mas o gato ´emeu preferido, vejo muita bailarina com gatos de estimação, acho uma "coincidência" maravilhosa, desde pequena que tenho gato, já cheguei a ter nove de vez e atualmente tenho uma filha linda que é a Vitória, uma persa branca de olhos laranjas e expressivos, carinhosa, dengosa, fofa, metida rsrsrsrsr ...São muitas qualidades , mãe coruja é assim!

3-      Com o mundo virtual tem sido cada vez maior a interação e troca de experiências entre bailarinas. Como você analisa o estudo aliado aos vídeos e fóruns de dança?

O mundo virtual ajuda, mas é preciso ter certos cuidados, tem como interagir com profissionais maravilhosos e também ver muita coisa que não é correto, acho que cada bailarina tem de saber realmente saber separar o que é proveitoso. É interessante, estudar, trocar experiências, o problema que vejo nisso são pessoas que só fazem aulas virtuais, aulas de vídeo e começam a dar aulas sem ter uma formação adequada com professores capacitados, acaba surgindo um monte de " profissionais" incapacitados.


4-      Cite as suas cinco bailarinas preferidas e o porquê.
Lulu Sabongi, Carlla Sillveira (mesmo não dançando mais, mas o trabalho maravilhoso se perpetua), Soraia Zaied, Dariya Mitskevich, Randa Kamel ( ai gente são tantas que eu amo, as divas Dina, Mona said, Taheya Carioca, Suhair Zaki,Fifi Abdu, Raquia Hassan...),gosto da Ansuya também, todas são estilos diferentes cada uma com seu "toque " especial, desde a suavidade e leveza de Lulu Sabongi até a força do furacão Ucraniano Dariya, amo todas, expressões que marcam!

5-      Fale um pouco sobre a produção de espetáculos e seu método de aula.
Estou começando a encarar sozinha a produção de eventos há dois anos, "nascendo agora" rsrsr! Dá uma certa dor de cabeça, mas muito válida, adoro os bastidores também, não me realizo só em estar no palco, amo montar as coreografias, correr atrás da organização, acho um aprendizado incrível, está me ajudando a ver como minha profissão é maravilhosa e minhas aulas se baseiam em técnica e prática, gosto muito da parte terapêutica da dança do ventre( a parte que a mulher se volta pra dentro de si e tende a rever seus valores...) de passar a parte cultural, o porque de cada dança, os estilos, estou me preparando para ter um grupo de  de folclore árabe, aula para formação de bailarinas e professoras.

6-      Quais as maiores dificuldades e facilidades para você, no panorama atual de dança do ventre?
Creio que uma das maiores dificuldades para mim é lidar com a falta de ética que acontece dentro da área da dança, tem coisas que não tem como deixar de ver, ouvir, analisar, isso ainda me estressa profundamente, agora o que facilita em minha opinião, principalmente para quem está iniciando carreira como eu á a quantidade e qualidade de profissionais maravilhosos que está no mercado para poder estudar e estar me aperfeiçoando sempre.

7-      Obrigada pela entrevista! Por favor deixe uma mensagem para as leitoras.
Luciana, muito obrigada de coração pela oportunidade, fiquei imensamente feliz de ser entrevistada e, gente, vamos ser feliz, vamos dançar! Que Deus abençoe a todos!
Beijos !!!!!!!!!!!!!! Manu.

Mais informações:
Entrevista realizada em Outubro de 2011
 por Luciana Arruda



quinta-feira, março 10, 2011

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